Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

AMIGOS

Precisamos sempre de saber que gostam de nós. Precisamos de nos sentir apreciados. Esta imagem fez parte de um exercicio numa aula há muito tempo atrás. E apesar da distância a que se situa, continua actual... Fez-me chorar hoje, porque sinto saudades desse tempo... Sinto saudades de me sentir bem. Inclui frases positivas que os meus amigos escreveram sobre mim. E hoje precisava disso...

 

Apesar de as circunstâncias não permitirem uma aproximação tão grande nesta altura, gosto de vocês. Ainda fazem parte da minha vida e tenho saudades vossas... Crescemos durante dois anos, todos juntos. Agora cada um tem a sua vida. E nessa vida, um bocadinho de todos nós.

 

Foram um apoio numa altura difícil da minha vida, apesar de nem saberem pelo que estava a passar. E apesar dos tempos não terem sido os melhores, tive apoio emocional da vossa parte. Era um alivio estar convosco. Podia confiar. Nunca me fizeram sentir  excluída. Nunca ignoraram o que eu pudesse dizer. Foram AMIGOS, e não só colegas. Cada momento que passei com vocês deixou-me mais rica e preenchida. Obrigada.

 

sinto-me:
publicado por incompreendida às 21:27
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Decisão

Hoje tomei uma decisão importante... Estou com medo das consequências, mas agora já está... Não sei se vai correr bem, se vai correr mal, como vão ser estes dias de agora para a frente... não sei... Sinceramente espero que mude, e para melhor...

sinto-me:
publicado por incompreendida às 13:31
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

How to save a life...

Estou triste... Desanimada, melancólica... Perdida... Chega a tocar a ténue linha entre a tristeza e o desespero... Como é que isto me aconteceu?... E porquê??? Onde é que eu estava que nem me apercebi como cheguei a este estado?

 

Quando sentimos que devíamos ser uma prioridade na vida de alguém, e nos apercebemos que estamos bem no fundo da lista... Quando esse alguém nos devia dar atenção, não inventar desculpas para não nos ver, onde tudo é mais importante do que nós... Nesse momento a nossa dor é maior que o mundo... Nesse momento qualquer faca que nos furasse o coração ia doer menos... Nem que um rochedo nos arrebatasse e nos partisse em mil bocados, ainda assim era bem mais simples encaixá-los outra vez do que reconstruir a nossa confiança ou o nosso coração que foi reduzido a pó... Nesse momento ninguém conhece a nossa dor que é imensa, sofremos sozinhos... E a solidão e o desespero tomam conta de nós por tempos que duram bem mais do que julgávamos suportar... A única pergunta que nos ocorre é "como foi possível...?". Como foi possível....? Não sei... Nem tão pouco sei quando terei o meu ser completo de novo. Quando vou conseguir parar de chorar e sorrir um pouco... Não sei...

 

As minhas expectativas são altas e o meu coração está partido...

 

 

The Fray - How to save a life...

 

Step one you say we need to talk
He walks you say sit down it's just a talk
He smiles politely back at you
You stare politely right on through
Some sort of window to your right
As he goes left and you stay right
Between the lines of fear and blame
You begin to wonder why you came

Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life

Let him know that you know best
Cause after all you do know best
Try to slip past his defense
Without granting innocence
Lay down a list of what is wrong
The things you've told him all along
And pray to God he hears you
And pray to God he hears you

Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life

As he begins to raise his voice
You lower yours and grant him one last choice
Drive until you lose the road
Or break with the ones you've followed
He will do one of two things
He will admit to everything
Or he'll say he's just not the same
And you'll begin to wonder why you came

Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life

Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life
How to save a life
How to save a life


Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life

Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life
How to save a life

sinto-me:
publicado por incompreendida às 01:11
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

O passado que ficou lá atrás

Hoje vou começar a "copiar" para aqui um diário que tive há muito tempo atrás. Não porque esteja com falta de imaginação para escrever coisas, estou apenas sem vontade...

 

Serve também para me ajudar a ultrapassar uma fase bastante má, que dura há mais tempo do que queria... (até um segundo seria tempo a mais...) Mostrar-me que... não é irremediável...

sinto-me:
publicado por incompreendida às 02:38
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

Para quem me magoou...

Abandonaste-me... Não me compreendes. Nem fazes um esforço.

 

Tentando explicar-te.... como se fosses uma criança de 4 anos...

 

 

Tu adoras aqueles sofás novos que tens na sala, a Teca é a tua gata. Arranhava os teus sofás, só queria mesmo era afiar as unhas, mesmo que fosse só uma coisa que os gatos fazem instintivamente. Tentava fazer isso todos os dias, tu não a deixavas. De vez em quando chateavas-te com isso. Umas vezes mais outras menos, mas sempre chateado. Os sofás são uma novidade, e foram tão caros, não podia sequer sentar-se neles. Mas ela também não os apreciava particularmente. Ela miava mas não a entendias. Não falas a mesma linguagem.

 

Com o tempo foste tendo cada vez menos paciência com a Teca. É uma gata que tu gostas muito, mas não a suportas quando afia as unhas nos sofás. Um dia chateias-te a sério. Deste-lhe um pontapé, expulsaste-a de casa, abandonaste um animal que não entendias. Que crueldade essa. Durante anos ela esteve em tua casa. Mas nunca a entendeste porque não falas a lingua dela. Talvez te tenhas perguntado "o que pensa ela". Nunca saberás a verdade. Também foi algo que aceitaste, as pessoas não percebem os gatos.

 

Abandonaste-a. Sentes algumas saudades de vez em quando. Alguns remorsos por teres feito isto. Afinal até gostavas dela. Mas os sofás são novos. Não se podem estragar. São preciosos. Nunca tiveste algo deste género. A Teca não pode afiar as unhas neles. Abandonaste-a na esperança que ela aprendesse a não afiar as unhas lá. A distância é o melhor remédio, achas tu, para ensinar um gato. Se ele não vir as coisas, de certeza absoluta que não as vai arranhar. Não te lembraste é que os gatos também sentem. Sentem amizade, sentem dor, sofrem. Podias ter comprado um poste para a Teca afiar as unhas, mas por algum motivo achaste melhor que ela se afastasse dos sofás, se afastasse completamente de tua casa para esquecer os sofás.

 

Ela nunca vai entender esse teu gesto, afinal ela gostava de ti. O objectivo não era estragar o teu bem mais precioso actualmente, era mesmo a necessidade de desgastar as garras... A tua gata, como qualquer outro gato abandonado, vai sentir frio, dor, insegurança e medo do desconhecido... Ela está sozinha agora. Lá vai ter de se desenrascar para comer, e para arranjar um sitio confortável para dormir. Não percebe porque foi abandonada. O que é que fez de errado. Ela até tentou explicar, tu não percebeste a linguagem dela. Não falam a mesma lingua os gatos e os homens. Nenhum homem entende os gatos. Os gatos, esses... entendem demais.

 

De vez em quando passas por ela na rua. Ela mia mas tu não a entendes. Apenas dizes "Não te preocupes Tequinha, eu gosto de ti. Só não quero que estragues os sofás. Daqui a algum tempo já não te lembras que eles existem. Nessa altura eu levo-te para casa outra vez.. É só mais algum tempo". Mas entretanto ela vai sentir frio e passar fome. Vai sentir-se vazia, perdida, e não vai perceber os teus motivos. "Algum tempo" pode ser tanto tempo... Pode ser tempo demais... "Algum tempo" é tempo suficiente para alguém a recolher de novo. "Algum tempo" é tempo suficiente para apanhar alguma doença na rua. "Algum tempo" é tempo suficiente para ser atropelada e partir para sempre...

 

A Teca tenta entrar em casa de vez em quando. Ela mia à tua porta sempre que te vê entrar. Tu apenas lhe dizes "Se tentas entrar enquanto os sofás são novos, não voltas aqui para casa. Não te digo mais olá, nem te faço festas! Não mies tanto porque estás a chatear-me, eu quero ir dormir". Tu vais para dentro e a Teca fica sozinha cá fora. Não sentes remorso algum nesta altura por a teres abandonado. Ela estava a chatear-te, queria entrar mas ainda não era a altura! E miou demais... Os sofás estão tão bem na sala... Nesta altura ela podia era desaparecer!!! Não ias sentir saudades de qualquer espécie.

 

Mas quando fores procurar a Teca, porque os sofás já não são tão novos assim e já não faz mal que ela os arranhe, ela pode já não estar lá. Podem ter acontecido um sem número de coisas à Teca e tu não vais saber. Se calhar nessa altura vais achar que "algum tempo" foi tempo demais. Talvez nessa altura os sofás deixem de interessar, e ficas na angustia de saber o que aconteceu a um gato perdido. Não sabes o que lhe aconteceu. Nem sabes porque é que a foste abandonar, afinal eram só uns sofás.

 

Ou então ela vai estar à porta de tua casa à espera. Tu vais ficar contente porque ela nunca saiu dali. Vais sentir uma sensação de segurança e conforto. E vais dizer-lhe: "Vês Tequinha, foi só algum tempo. Já nem te lembras dos sofás, não é? Passou depressa... Eu até tinha razão e fiz as coisas correctas". Não vais saber é por aquilo que a Teca passou... Mas também não queres. Já passou...

sinto-me: pequenina....
publicado por incompreendida às 21:31
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